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	<title>Estratégia &#8211; R Gabriela</title>
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	<description>Consultoria em Branding</description>
	<lastBuildDate>Tue, 09 Jan 2024 00:21:28 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Marca Pessoal é uma Construção &#124; Como o Branding pode acelerar o seu sucesso?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriela]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jan 2024 12:14:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
		<category><![CDATA[branding]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No centro do seu ser você tem a resposta; você sabe quem é e você sabe o que quer. Lao-Tsé Primeiro pilar: Sua Ancestralidade Sou filha de uma baiana arretada que decidiu sair de um casamento abusivo depois de sete anos. Ela casou para sair da pobreza. Minha avó, vendia folhas na Feira de São [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><b><i>No centro do seu ser você tem a resposta;</i></b><b><i><br />
</i></b><b><i>você sabe quem é e você sabe o que quer.</i></b></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Lao-Tsé</span></i></p>
<p><b><i>Primeiro pilar: Sua Ancestralidade</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sou filha de uma baiana arretada que decidiu sair de um casamento abusivo depois de sete anos. Ela casou para sair da pobreza. Minha avó, vendia folhas na Feira de São Joaquim e não tinha um dos braços, perdeu ainda na infância no Engenho de Cana de Açúcar da família. Minha mãe é uma mulher preta retinta que, entre as poucas opções, escolheu fugir para uma outra cidade, em outro estado. E a escolha foi Brasília, no Distrito Federal. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por lá, em meados de 1979, dona Rosália, minha mãe, trabalhou limpando as salas do então Senado Federal, até o dia que lhe perguntaram o que mais ela sabia fazer além de manter seu pano de limpeza sempre tão branquinho, e ela conta que respondeu: tenho curso de parteira e sou atendente de enfermagem. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Bom, 30 dias depois dessa pergunta, ela estava com uma portaria assinada para trabalhar no recém-inaugurado prédio da FUNAI (Fundação Nacional do Índio), e ela, corajosa, decidiu aceitar o desafio de ir morar em uma aldeia com uma filha ainda bebê em meados de 1982.</span></p>
<p><b><i>Muito prazer, meu nome também é Kadiekê!</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Poucas pessoas sabem, mas a minha primeira infância foi no Alto Xingu em Aldeias Xerente, Carajá e depois uma Krahô, na qual fui batizada, no estado de Tocantins, entre os rios Manoel Alves Grande e Manoel Alves Pequeno, que são afluentes da margem direita do Rio Tocantins, no meio do cerrado. Essa lembrança tem 38 anos, mas uma parte de mim ainda revive sempre que eu preciso me reencontrar. Tive o privilégio de ser amada por eles, vivenciar a sua cultura e ter um nome indígena. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A cultura desempenha um papel fundamental na construção da marca pessoal de um indivíduo. Ela não se refere apenas ao pertencimento a um grupo étnico ou nacional específico, mas também à combinação única de valores, crenças, experiências e perspectivas que moldam a identidade de alguém. E isso foi um marco em minha trajetória.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pois foi em um cenário cinematográfico, que vivi dos 9 meses até 4 anos em uma comunidade indígena. eles nos acolheram, minha irmã, eu e principalmente a minha mãe, que passou a ser vista como uma curandeira por eles. Uma mulher no meio do mato com suas duas filhas, convivendo com sucuris e onças. Acho que foi aí que eu entendi que existia uma heroína me criando.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E nesse sentido, a ancestralidade desempenha um papel importante na construção da marca pessoal, oferecendo uma base para a identidade, autenticidade, diferenciação, narrativa pessoal, conexões, inspiração e enriquecimento cultural. Ao abraçar e incorporar nossa herança ancestral, podemos fortalecer nossa marca pessoal e criar conexões significativas com os outros.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><i>Valor é diferente de preço</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E como é! </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vou te  contar que com cinco anos de casada decidi fazer uma viagem internacional. Tiramos o passaporte, vencemos a ansiedade e fomos. Destino: Roma e Paris, isso virou uma meta e me mantive focada, de junho de 2018 até o dia do embarque em 06 de fevereiro de 2019. Durou 15 dias, sem falar nem mesmo inglês, com medo mesmo. Sonho realizado e uma nova mentalidade desobstruída: sim, posso empreender!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas precisei adoecer para perceber o óbvio. Era Gerente de Marketing, com  15 anos de experiência, em um bom emprego, com um ótimo salário, mas a felicidade não existia! </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mal percebia a realidade do que vivia. Só quem já viveu essa sensação sabe do que estou falando. E só depois de uma burnout e algumas crises de síndrome do pânico me dei conta que estava fora do meu propósito ou missão como muitos chamam. Fiz um acordo no RH da empresa a contragosto do dono da empresa e com o dinheiro do acerto comecei o meu negócio. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Networking fez diferença, ganhei a minha logo de uma agência que trabalhei e fiquei por anos. Mas tinha receio de não dar certo, aja terapia para a síndrome da impostora. </span></p>
<p><strong>Mas o que é dar errado? </strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De fato empreender no Brasil é um grande desafio para nós mulheres. Foi difícil estruturar o meu plano de negócio, precificar e conhecer as obrigações legais. Um susto atrás do outro, até criar meus pacotes de atendimento. Primeiro consultoria mensal, depois mentoria e consultorias estratégicas. Demorei quase 1 ano para abrir o MEI e ter meus aliados. Depois veio uma contadora, um escritório de advocacia e os parceiros de negócios.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Foram muitos calotes e testes em relação a minha competência. Participei de inúmeros grupos de empreendedorismo feminino. Alguns praticavam a sororidade, outros estimulavam a competição. Ainda temos um longo caminho pela frente em relação à inclusão e diversidade no empreendedorismo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E tijolo após tijolo, degrau após degrau, consegui sair da faixa de faturamento do MEI e tive que migrar para ME. Lembro que meu primeiro job foi uma loja de roupas, cobrei o equivalente a meio salário mínimo. A cliente exigia tanto. Mesmo assim encarei como aprendizado. E foi mesmo, estava mudando o mindset. Meio que sem acreditar no meu potencial. Me comportei muitas vezes como subordinada e não como uma empresária ou especialista. O não era coisa rara na minha boca. Fiz muita permuta e muitas vezes paguei para trabalhar. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O problema disso era que mal percebia o meu valor. Nós mulheres, em sua grande maioria passamos por episódios  de discriminação de gênero, incluindo a falta de acesso a financiamento, investidores e redes de contatos. Isso pode tornar mais difícil expandir os negócios. Também passei por isso! </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Muitas vezes, caí na armadilha de pensar que o preço de algo era o único determinante de valor. No entanto, ao longo da minha jornada empreendedora, aprendi que esses dois conceitos são muito distintos. O preço é simplesmente o montante em dinheiro que meu cliente precisa desembolsar. Valor é subjetivo e pessoal, tive que voltar ao meu passado para entender o meu próprio valor. O empreendedorismo sempre correu em minhas veias.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><i>Segundo pilar: Seu Autoconhecimento</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Decidir empreender foi uma escolha corajosa, mas logo percebi que o caminho não seria fácil. Os desafios e as incertezas eram constantes, e muitas vezes me encontrava questionando minhas próprias habilidades e decisões. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Foi quando, através de livros ( um em especial mais a frente vou falar dele), mentores e introspecção, comecei a explorar a fundo quem eu era como pessoa e como isso influenciava minha jornada empreendedora. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aprendi que o autoconhecimento era uma ferramenta essencial que iria me ajudar a navegar pelas águas turbulentas do empreendedorismo com mais clareza e confiança. Comecei a me questionar de forma profunda: </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li aria-level="1"><b><i>Q</i></b><b><i>uais são meus valores? </i></b></li>
</ul>
<ul>
<li aria-level="1"><b><i>Quais são meus pontos fortes e fracos? </i></b></li>
</ul>
<ul>
<li aria-level="1"><b><i>Quais são meus objetivos pessoais e profissionais? </i></b></li>
</ul>
<ul>
<li aria-level="1"><b><i>Como posso alinhar minha paixão com meu empreendimento?</i></b></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao explorar essas perguntas, descobri que não era apenas sobre entender minhas fraquezas, mas também celebrar minhas forças e paixões. Isso me permitiu tomar decisões mais alinhadas com quem eu era, em vez de me conformar com as expectativas alheias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Acredito que quando uma mulher empreendedora se conhece profundamente, ela desbloqueia um potencial incrível para criar um negócio que não apenas prospera, mas também a realiza em todos os níveis. Viver meu propósito é ajudar empreendedoras a descobrir que o seu poder pessoal é incrível. Sim, o autoconhecimento é uma bússola que me guiou em meio às incertezas, a âncora que me manteve firme diante dos desafios e a fonte de confiança que me impulsionou a seguir em frente, sabendo que, independentemente do resultado, eu estava alinhada com minha verdadeira essência.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><i>Terceiro pilar: sua essência</i></b></p>
<p><b><i>“Só aquilo que somos realmente tem o poder de nos curar”. Carl Gustav Jung</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A citação de Jung é um lembrete importante de que para se curar é preciso primeiro conhecer a si mesmo, e para conhecer a si mesmo, necessitamos de coragem e vontade, jornadas internas, podem ser muito longas e intensas. Mas a certeza do meu despertar para empreender aconteceu quando ganhei um livro: O Herói e o Fora da Lei, escrito por Margaret Mark e Carol S. Pearson. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os arquétipos e a sua influência no imaginário coletivo. Ao ler este livro, descobri padrões de comportamento e personalidade.Eles ajudam a criar uma atmosfera cativante para sua marca, tornando-a memorável e envolvente. Na minha mentoria eu convido as mulheres a se reconectar com a sua trajetória seguindo oito passos. Vou te mostrar nesse capítulo como construir sua Marca Pe</span><span style="font-weight: 400;">sso</span><span style="font-weight: 400;">al de forma memorável em oito passos:</span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b><i>Descubra Sua Autenticidade:</i></b><span style="font-weight: 400;"> Reflita sobre seus valores, interesses e experiências únicas. Utilize recursos como o livro &#8220;O Poder do Hábito&#8221; para identificar padrões em sua vida.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b><i>Defina Seus Valores: </i></b><span style="font-weight: 400;">Avalie suas áreas importantes da vida e identifique seus valores fundamentais usando ferramentas como a Roda da Vida. Liste seus princípios e mantenha-os em mente ao tomar decisões.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b><i>Construa Sua Narrativa:</i></b><span style="font-weight: 400;"> Estruture histórias que destaquem suas habilidades e experiências usando o método STAR. Mantenha um diário para registrar momentos significativos.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b><i>Crie Conteúdo Valioso:</i></b><span style="font-weight: 400;"> Identifique tópicos em alta demanda usando ferramentas como o Google Trends e compartilhe conteúdo que reflita seus valores e interesses.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b><i>Mantenha a Consistência:</i></b><span style="font-weight: 400;"> Planeje e mantenha um fluxo regular de postagens usando calendários de conteúdo. Use plataformas de gerenciamento de mídia social para programar postagens.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b><i>Networking Autêntico: </i></b><span style="font-weight: 400;">Conecte-se com pessoas relevantes em sua área através de redes como o LinkedIn. Participe de eventos e conferências online, sendo autêntica e oferecendo ajuda sempre que possível.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b><i>Mostre Sua Paixão: </i></b><span style="font-weight: 400;">Compartilhe suas paixões e conhecimentos através de blogs, podcasts ou vídeos. Junte-se a grupos de discussão online relacionados aos seus interesses.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b><i>Celebre Suas Conquistas: </i></b><span style="font-weight: 400;">Acompanhe suas realizações usando aplicativos de registro de metas. Compartilhe suas conquistas nas redes sociais para inspirar e motivar outras pessoas.</span></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">A essência na marca pessoal é a base sobre a qual você constrói sua identidade e reputação. Ela engloba paixões, talentos, propósito e experiências de vida, e é fundamental para criar uma marca pessoal autêntica e impactante. Conhecer e expressar sua essência de forma consistente e coerente é essencial para construir uma marca sólida e duradoura.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No início dessa história, eu te contei que já enxergava a dona Rosália como a minha heroína, naquelas aldeias, com duas filhas alojadas em seu corpo, quase uma alegoria. Posso dizer que rompi com as barreiras da minha ancestralidade sendo a primeira em nove gerações, que conseguiu ter acesso a formação de ensino superior e tantas outras oportunidades. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Minha bisavó vendia ervas na Feira de São Joaquim, ou seja, já empreendia cerca de 90 anos antes de mim. Uma neta de escravos alforriados, que vendiam quitutes na Bahia. Elas fizeram isso por necessidade, principalmente de sobrevivência e para conseguir o bem mais precioso que existe: Liberdade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Minha história pessoal, enraizada na força de minha mãe e de minhas ancestrais, me inspira a ajudar outras mulheres empreendedoras a descobrirem e fortalecerem suas próprias jornadas por meio de uma estratégia de branding/marca. Ser mentora nunca esteve nos meus planos. Mas, aprendi que muitas vezes temos que seguir o nosso coração. Me sinto honrada em poder ser uma guia para muitas mulheres.Esse capítulo é uma homenagem às mulheres que vieram antes de mim e uma inspiração para aquelas que estão trilhando seu próprio caminho. Meu convite é: </span></p>
<p><b><i>Deixe a sua marca no mundo! </i></b></p>
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			</item>
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		<title>Marca é sobre cultura, ancestralidade e essência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriela]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jun 2023 00:56:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[branding]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sobre Cultura: Muito prazer, meu nome também é Kadiekê! Tudo começa com um cheiro de mato, o sabor doce na boca (me contaram que poderia ser buriti com farinha, minha comida favorita), no meio de alguns risos e o barulho do rio. Eu ainda sinto o ar gelado e a sensação dos meus pés descalços [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3><b><i>Sobre Cultura: </i></b><b>Muito prazer, meu nome também é Kadiekê!</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Tudo começa com um cheiro de mato, o sabor doce na boca (me contaram que poderia ser buriti com farinha, minha comida favorita), no meio de alguns risos e o barulho do rio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Eu ainda sinto o ar gelado e a sensação dos meus pés descalços correndo pela aldeia, quase que sem roupa alguma, e com os cabelos sempre soltos. Eles me deram um nome: </span><i><span style="font-weight: 400;">fruta amarela</span></i><span style="font-weight: 400;"> ou </span><b>Kadiekê!</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Poucas pessoas sabem, mas a minha primeira infância foi no Alto Xingu em Aldeias Xerente, Carajá e depois numa Krahô, na qual fui batizada, no estado de Tocantins, entre os rios Manoel Alves Grande e Manoel Alves Pequeno, que são afluentes da margem direita do Rio Tocantins, no meio do cerrado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa lembrança tem 38 anos, mas uma parte de mim ainda a revive sempre que eu preciso me reencontrar. Tive</span><b> o privilégio de ser amada pelos indígenas</b><span style="font-weight: 400;">, vivenciar a sua cultura e ter um nome. Foi nesse cenário cinematográfico que vivi dos 9 meses aos 4 anos. Eles nos acolheram, eu, minha irmã e principalmente a minha mãe, que passou a ser vista como uma curandeira.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_607" style="width: 374px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-607" class="wp-image-607 " src="https://rgabrieladigital.com.br/wp-content/uploads/2023/06/20220213_162329.jpg" alt="" width="364" height="485" srcset="https://rgabrieladigital.com.br/wp-content/uploads/2023/06/20220213_162329.jpg 670w, https://rgabrieladigital.com.br/wp-content/uploads/2023/06/20220213_162329-225x300.jpg 225w" sizes="(max-width: 364px) 100vw, 364px" /><p id="caption-attachment-607" class="wp-caption-text">Eu pequena segurando um brinquedo e minha mãe com a minha irmã pequena nos braços.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<h3><b><i>Sobre ancestralidade</i></b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Sou filha de uma baiana arretada que decidiu sair de um casamento abusivo depois de sete anos. Ela casou para sair da pobreza. Minha avó, vendia folhas na Feira de São Joaquim e não tinha um dos braços, perdeu ainda na infância no Engenho de Cana de Açúcar da família. </span><b>Minha mãe, preta retinta, entre as poucas opções, escolheu fugir para uma outra cidade, em outro estado. E a escolha foi Brasília, no Distrito Federal.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por lá, em meados de 1979, dona Rosália (</span><i><span style="font-weight: 400;">mainha</span></i><span style="font-weight: 400;">), limpou as salas do então Senado Federal, até o dia em que lhe perguntaram o que mais ela sabia fazer além de manter seu pano de limpeza sempre tão branquinho.Ela conta que respondeu: </span><b>tenho curso de parteira e sou atendente de enfermagem.</b><span style="font-weight: 400;"> 30 dias após essa pergunta, ela estava com uma portaria assinada para trabalhar na FUNAI (</span><span style="font-weight: 400;">Fundação Nacional do Índio)</span><span style="font-weight: 400;">, </span><b>e ela, corajosa, decidiu aceitar o desafio de ir morar em uma aldeia com uma filha pequena e outra no ventre, em meados de 1982.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Meu pai, Edno, e ela, se conheceram na Funai: amor à primeira vista &#8211; e ele faleceu quando eu tinha cinco anos. Apesar da pouca convivência, é como se, entre nós dois, existisse uma pequena herança simbólica ou código secreto. Ainda guardo um carimbo feito de letras títulos de chumbo, personalizado com meu nome. Ele trabalhou como tipógrafo em 1985 no Jornal do Comércio em Recife-PE. E quando decidi, aos 8 anos, ser jornalista, minha mãe me contou essa história. E por </span><span style="font-weight: 400;">coincidência</span><span style="font-weight: 400;"> ou não, o que um jornalista faz se não contar histórias?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dos cinco aos 12 anos ficamos na capital Pernambucana e de lá começamos a nossa segunda jornada. Nesse período, </span><i><span style="font-weight: 400;">mainha</span></i><span style="font-weight: 400;"> foi desafiada a pensar no futuro que gostaria de dar para suas duas filhas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na época, ela assistia a novela Sonho Meu e um ano depois pediu transferência definitiva para a cidade de Curitiba, onde a novela era ambientada. </span><b>Levei anos para entender que, na verdade, as mudanças sempre foram atos de coragem e proteção da minha mãe.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Chegamos em uma manhã fria de outono de 1994. Saímos de 32 graus para 10 graus. Passamos alguns perrengues com as baixas temperaturas, a chamar salsicha de “vina” e o tal “leite quente”. Mas sempre com um &#8220;oxe&#8221; no meio disso. Vou te confessar que até hoje essa mistura no dialeto acontece!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A minha bagagem cultural e expressões regionais sempre “afrontaram” os sulistas. Com certeza, o racismo já me atravessou algumas vezes. Principalmente, durante a faculdade de jornalismo &#8211; sim, o sonho virou realidade. A essa altura você já deve ter percebido que a mudança sempre foi sinônimo de “casa” na minha família.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após a formatura, fui para Brasília. Com 23 anos pude rever alguns locais de que </span><i><span style="font-weight: 400;">mainha</span></i><span style="font-weight: 400;"> tanto falava, como o prédio da FUNAI.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Retornamos após dois anos para Curitiba, construí durante 15 anos uma carreira na área de </span><i><span style="font-weight: 400;">marketing</span></i><span style="font-weight: 400;"> e comunicação, sempre em cargos de liderança e em diversos nichos, do varejo à saúde, mas logo voltaria a arrumar as malas outra vez. Em 2012, minha mãe se aposentou e eu queria mudar de ares!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O destino foi Salvador, na Bahia. Quê cidade fascinante! Muita música, dança e religiosidade. Morávamos em um casarão no Pelourinho e da minha janela dava para ver a Casa Jorge Amado. Foi lá que conheci o meu marido, durante uma exposição artística, segundo ele, </span><b><i>amor à primeira vista</i></b><span style="font-weight: 400;">. No início de 2013, eu e meu noivo Fernando, voltamos para Curitiba e casamos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><b><i>Sobre essência</i></b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Por falar em viagem, após cinco anos do sim, decidimos que a jornada seria internacional! tiramos o passaporte. Isso virou uma meta e me mantive focada &#8211; será que puxei a determinação de alguém? </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Até que chegou o dia do embarque em 06 de fevereiro de 2019. Foram 15 dias, Roma e Paris, sem falar nem mesmo inglês – e foi com medo mesmo!. Sonho realizado e mais uma quebra de crenças: sim, posso empreender!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><b><i>“Só aquilo que somos realmente tem o poder de nos curar”. Carl Jung</i></b></p>
<p>&nbsp;</p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">A citação de Jung é um lembrete importante de que para se curar é preciso primeiro conhecer a si mesmo, e para conhecer a si mesmo, necessitamos de coragem e vontade de fazer jornadas internas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O meu despertar como palestrante aconteceu quando ganhei um livro, e ele me trouxe muitos significados: “O Herói e o Fora da Lei”, escrito por Margaret Mark e Carol S. Pearson. Nele conheci os arquétipos e a sua influência no imaginário coletivo. Padrões de comportamento e personalidade. Entendi que o herói é um ser corajoso que enfrenta desafios e supera obstáculos para alcançar um objetivo nobre.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No início dessa história, eu te contei que já enxergava </span><i><span style="font-weight: 400;">mainha</span></i><span style="font-weight: 400;"> como a minha heroína: uma mulher no meio do mato com suas duas filhas, convivendo com sucuris e onças. Uma alegoria. Acho que foi aí que eu entendi que existia uma heroína me criando. O quanto ela foi destemida ao enfrentar os traumas da violência doméstica e sair em busca de sua essência. </span><b> </b></p>
<p><b>Sou grata por esse legado. Coragem que me inspira e me ajuda a transformar o futuro de muitas mulheres com o meu trabalho!</b></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-601" src="https://rgabrieladigital.com.br/wp-content/uploads/2023/01/IMG_9126-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" srcset="https://rgabrieladigital.com.br/wp-content/uploads/2023/01/IMG_9126-200x300.jpg 200w, https://rgabrieladigital.com.br/wp-content/uploads/2023/01/IMG_9126-683x1024.jpg 683w, https://rgabrieladigital.com.br/wp-content/uploads/2023/01/IMG_9126-768x1152.jpg 768w, https://rgabrieladigital.com.br/wp-content/uploads/2023/01/IMG_9126-1024x1536.jpg 1024w, https://rgabrieladigital.com.br/wp-content/uploads/2023/01/IMG_9126-1365x2048.jpg 1365w, https://rgabrieladigital.com.br/wp-content/uploads/2023/01/IMG_9126-scaled.jpg 1707w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /></p>
<p><b><i>Rosana Gabriela Andrade: </i></b><span style="font-weight: 400;">brasiliense, mãe de pet. Jornalista, empresária, especialista em </span><i><span style="font-weight: 400;">branding</span></i><span style="font-weight: 400;">. 2019: pausa na carreira CLT, após 15 anos na área de </span><i><span style="font-weight: 400;">marketing</span></i> <b>para seguir o meu propósito</b><span style="font-weight: 400;">. Criei a R Gabriela, uma consultoria de Branding Digital focada na construção de Marcas.</span><a href="https://www.instagram.com/rgabrieladigital/"><span style="font-weight: 400;"> @rgabrieladigital</span></a></p>
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		<title>Posicionamento de Marca importa?</title>
		<link>https://rgabrieladigital.com.br/estrategia/posicionamento-de-marca-importa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriela]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Nov 2022 20:38:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[branding]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Definir uma estratégia bem-sucedida de posicionamento de marca, é importante para aumentar a visibilidade da sua marca, pois gera mais reconhecimento. O posicionamento de marca é como você quer que a sua marca seja reconhecida pelos clientes. Ou seja, não é como eles enxergam a marca, mas sim como você quer que eles enxerguem sua [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Definir uma estratégia bem-sucedida de posicionamento de marca, é importante para aumentar a visibilidade da sua marca, pois gera mais reconhecimento.</p>
<p>O posicionamento de marca é como você quer que a sua marca seja reconhecida pelos clientes. Ou seja, não é como eles enxergam a marca, mas sim como você quer que eles enxerguem sua marca.</p>
<p>Posicionamento de marca é uma estratégia de branding que consiste em ações para que a marca seja lembrada pelo público no momento de escolha. Ou seja, é uma forma de conquistar o consumidor a ponto dele fixar a sua marca na memória.</p>
<p>O foco dessa estratégia não é oferecer produtos ou serviços assertivos (porque isso você já faz, certo?), mas sim passar uma imagem positiva da marca para os clientes. Esse posicionamento acontece quando você consegue fazer com que sua empresa sua marca fixe no imaginário do seu público.</p>
<p><strong>Comece definindo o seu Posicionamento respondendo as seguintes perguntas:</strong></p>
<p><strong><em>O que você faz?</em></strong></p>
<p><strong><em>Pra quem você faz?</em></strong></p>
<p><strong><em>Quais são os benefícios?</em></strong></p>
<p><strong><em>Quais são seus diferenciais?</em></strong></p>
<p><strong><em>Qual a sua maior verdade?</em></strong></p>
<p><strong><em>Quais bandeiras você levanta?</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Qual a importância do posicionamento para a sua marca?</em></strong></p>
<p>Marca é a personalidade do seu negócio.</p>
<p>E isso leva tempo pra construir!</p>
<p>A sua marca não é o produto ou serviço que você oferece.<br />
E também está longe de ser apenas o seu logotipo, sua identidade visual, slogan e até mesmo o seu nome.<br />
Todas essas outras coisas são formas de deixar essa personalidade mais clara para o público.</p>
<p>Lembre-se: a sua marca é aquilo que falam sobre você quando você não está presente. Qual é a impressão que você causa hoje? Quais emoções e impressões você quer passar?</p>
<p>Branding é uma estratégia de gestão da marca para que ela seja percebida e lembrada pelos clientes de forma positiva. Desse modo, a ideia é realizar um trabalho para que a sua marca seja a primeira opção na mente do consumidor quando ele pensar nos tipos de produto ou serviço que você oferece.</p>
<p>O branding desenvolve uma personalidade para a marca, independente de seu porte, tornando-a mais próxima dos clientes.</p>
<p>Ele é capaz de colocar uma empresa ou você como especialista no mapa, diferenciá-los dos competidores, construir sua reputação para público/cliente certo.</p>
<p>Também não adianta desenvolver um posicionamento que diferencie sua marca das demais se isso não for destacado para o público. Comunicação e ações de marketing são as chaves para você começar a implementar essas ideias. Tem que despertar o interesse, a curiosidade e a identificação junto a sua audiência.</p>
<p>Para entender isso, faça um exercício profundo de reflexão e responda a algumas perguntas:</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3af.png" alt="🎯" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />Qual a sua missão? Tente responder em uma frase curta.</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3af.png" alt="🎯" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />Quais os seus valores?</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3af.png" alt="🎯" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />Qual o propósito da sua empresa ou seu?</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3af.png" alt="🎯" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />Qual a sua história?</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3af.png" alt="🎯" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />Quais as vantagens do seu produto ou serviço?</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3af.png" alt="🎯" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />Como as pessoas te enxergam hoje?</p>
<p>Como estrategista de marca e especialista em Marketing Digital posso te ajudar nessa construção!</p>
<p>Vamos juntos?<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f52e.png" alt="🔮" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
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		<title>Por que preciso de uma persona?</title>
		<link>https://rgabrieladigital.com.br/estrategia/porque-preciso-de-uma-persona/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriela]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Apr 2021 21:12:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[consultoriademarketing]]></category>
		<category><![CDATA[personamarketing]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Criar uma persona é um dos passos mais importantes para a estratégia de Marketing Digital da sua empresa. Persona é a representação fictícia do cliente ideal de um negócio. Ela é baseada em dados reais sobre comportamento e características demográficas dos clientes, assim como suas histórias pessoais, motivações, objetivos, desafios e preocupações. A persona guia [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Criar uma persona é um dos passos mais importantes para a estratégia de Marketing Digital da sua empresa.</p>
<ul>
<li>Persona é a representação fictícia do cliente ideal de um negócio.<br />
Ela é baseada em dados reais sobre comportamento e características demográficas dos clientes, assim como suas histórias pessoais, motivações, objetivos, desafios e preocupações.</li>
</ul>
<blockquote>
<h4>A persona guia a criação de conteúdo e de Marketing Digital.</h4>
<hr />
<h3><strong>Existem 4 tipos de personas no marketing:</strong></h3>
</blockquote>
<ul>
<li>
<h3><strong>Buyer Persona</strong></h3>
</li>
</ul>
<p>Provavelmente, é o tipo de persona mais conhecido. São as pessoas que têm potencial interesse em seus produtos e serviços. Quem deseja comprar o que você está vendendo. Em síntese, sua buyer persona deve ter como objetivo entender seu cliente ideal, bem como os envolvidos no processo de compra. Eu explico este conceito em mais detalhes no meu livro Quem é Seu Cliente: Um Guia sobre Segmentação e Posicionamento de Mercado.</p>
<ul>
<li>
<h3><strong>Audience Persona</strong></h3>
</li>
</ul>
<p>É a pessoa que apenas lê seu blog ou compartilha suas postagens nas redes sociais. Elas podem não estar interessadas (neste momento) em comprar especificamente o que você está vendendo, mas ainda fazem parte da sua comunidade e não devem ser esquecidas.<br />
São as pessoas que podem influenciar as decisões de compra de outras pessoas e têm sentimentos positivos por sua marca porque você as ajuda de alguma forma (seu conteúdo é importante para elas ou está relacionado à identidade delas em algum nível). Portanto, sua Audience Persona ajuda você a construir uma prova social e um maior engajamento.</p>
<ul>
<li>
<h3><strong>User Persona</strong></h3>
</li>
</ul>
<p>Neste caso, temos as pessoas que efetivamente usam seus produtos ou serviços. Por isso, essa persona deve ser baseada em seus usuários finais, não quem está procurando por sua solução. A principal diferença entre buyer persona e user persona é que o usuário pode não ser necessariamente a pessoa que toma a decisão de compra. Em ambos os casos, é vital entender quem são essas pessoas, para que você possa adaptar seu marketing de acordo.</p>
<ul>
<li>
<h3><strong>Brand Persona</strong></h3>
</li>
</ul>
<p>Por fim, uma Marketing Persona que muitas empresas esquecem é a Brand Persona. Essa persona representa a personalidade da marca, incorporando motivações e valores que você deseja que as outras personas identifiquem. Sobretudo, a Brand Persona é especialmente útil na elaboração de sua estratégia de conteúdo e funil de vendas.</p>
<hr />
<p><strong>Se você trabalha com marketing ou publicidade, certamente já recebeu o questionamento sobre qual é o público-alvo da empresa. Isso porque compreender quem compra é fundamental não só para o desenvolvimento de produtos, mas também para a produção de conteúdo que orientará a aquisição de novos clientes</strong>.</p>
<hr />
<p>Na produção de material para o blog ou para as redes sociais de uma empresa, utilizamos um recurso interessante que facilita o direcionamento dos temas: a criação de uma persona. Trata-se da definição do cliente típico, com todas as principais características dos compradores.</p>
<p>Cumprir esse desafio de criar e montar uma persona, ou várias personas, pode ser mais fácil quando você consegue fazer as perguntas certas por meio do mapa de empatia. Depois, basta utilizar essas informações de forma produtiva para que toda ação e tomada de decisão sejam direcionadas àquele perfil.</p>
<p>Uma boa definição de persona passa justamente pelo contato com o seu público-alvo. Assim, em uma rápida análise, você pode identificar características comuns entre os potenciais compradores. Se você possui uma base de clientes, esse será a fonte perfeita para começar suas investigações. Mesmo que tenha perfis diferentes de pessoas ou empresas que consumiram seu produto, alguns deles tendem a exemplificar a sua persona.</p>
<p>Mas ela não é necessariamente classificada por sexo, idade ou região, mas sim, pelos seus hábitos de consumo e preferências pessoais. Esses são dados que vão além de uma pesquisa numérica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>?<strong>Uma dica importante é focar tanto em clientes satisfeitos quanto nos insatisfeitos. </strong></p>
<p><strong>Em ambos os casos, você certamente aprenderá algo sobre a percepção do seu produto ou serviço.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
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		<title>Crie na crise</title>
		<link>https://rgabrieladigital.com.br/estrategia/como-vender-mesmo-na-pandemia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriela]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2020 05:35:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[clientes]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[serviços]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pandemia provocada pelo novo coronavírus virou de pernas para o ar tanto a rotina da população quanto a economia de todo o país. E uma das pessoas que mais sofrem com isso é o dono de pequeno negócio, que precisou fechar as portas de seu estabelecimento físico e ficar em casa para diminuir a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A pandemia provocada pelo novo coronavírus virou de pernas para o ar tanto a rotina da população quanto a economia de todo o país. E uma das pessoas que mais sofrem com isso é o dono de pequeno negócio, que precisou fechar as portas de seu estabelecimento físico e ficar em casa para diminuir a propagação da doença.<br />
O problema é que o fechamento repentino das lojas físicas provoca queda do consumo e, consequentemente, redução no faturamento das empresas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muitos empreendedores (as), agora, não sabem como vão fazer para manter o negócio funcionando, pagar fornecedores e funcionários, arcar com as dívidas e até mesmo colocar comida dentro de casa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A verdade é que estamos vivendo tempos difíceis e todo mundo precisa se adaptar ao novo cotidiano. E você, dono de negócio, não está sozinho nessa. Por isso, criamos um conteúdo especial para que possa encontrar soluções e oportunidades a fim de lidar com os desafios deste momento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>01 &#8211; FALE QUE ESTÁ ATENDENDO</h4>
<p>Avise aos clientes que você está atendendo via redes sociais, e-mail ou whatsapp.</p>
<h4></h4>
<h4>02- FACILITE O PAGAMENTO</h4>
<p>Envie um link para o seu cliente pagar ou gerar um boleto para pagamento, como o Pagseguro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>03- REIVENTE-SE</h4>
<p>A agora consultora de limpeza do lar, Suhellen Alves, de 32 anos, sempre gostou de organizar a casa, mantê-la limpa e agradável. Por isso, depois de passar por um divórcio conturbado, um período depressivo e ficar sem perspectivas profissionais, ela decidiu transformar o gosto restrito ao seu próprio lar em trabalho: hoje é diarista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para divulgar suas histórias, estar em contato com suas patroas e dividir algumas experiências com outras colegas, ela criou o perfil <a href="https://www.instagram.com/diario.da.diarista/">Diário da Diarista no Instagram</a>, que já acumula seguidores famosos, como a chef de cozinha Paola Carosella. O que começou como uma válvula de escape financeiro e emocional, hoje é o que dá sentido à vida de Suhellen.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>04- CRIE UM LOJINHA NO FACEBOOK / INSTAGRAM</h4>
<p>No Facebook, existe o catálogo de produtos via gerenciador de anúncios, e existem também vídeos que explicam como montar a sua lojinha. Essa dica é útil para profissionais autônomos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>05- DÊ AULAS OU FAÇA REUNIÕES ONLINE</h4>
<p>Para os professores de plantão, existem diversas ferramentas, muitas gratuitas como zoom / hangout, ou ainda a possibilidade de fazer lives ou salas exclusivas no youtube.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>06- ENTREGUE NA CASA DO CLIENTE</h4>
<p>Sem dúvida, o delivery tem sido uma excelente opção tanto para os clientes quanto para os donos de restaurantes, roupas, sapatos e tudo que puder ser entregue com segurança. Comodidade é palavra da vez em tempos de quarentena. Existem plataformas prontas para colocar o seu restaurante/ lanchonete no mapa, como iFood ou Uber Eats.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>07-SERVIÇOS COM SEGURANÇA</h4>
<p>Essa dica vale para os profissionais liberais como manicures, cabelereiros, dentistas e esteticistas. Você pode atender com horário determinado e com quantidade estabelecida de clientes para preservar a saúde de ambos. O mesmo vale para atendimentos on-line para médicos, contadores, advogados e psicólogos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>08 &#8211; CONSTRUA RELACIONAMENTOS</h4>
<p>Em tempos de isolamento, as marcas devem apostar em conquistar os seus clientes e criar um relacionamento. Um exemplo disso é o @seuchefedelivery. Eles mandam o pedido certinho, vem uma surpresinha, um chocolate artesanal e uma tag de agradecimento. Enfim, um mimo para os clientes não esquecerem a sua marca.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span id="more-293"></span></p>
<p>E isso vale para todos os segmentos e serviços!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pense que a crise vai passar e você pode fazer a diferença na vida de seus clientes em um período tão conturbado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Aproveite as dicas e, acredite, logo tudo isso vai passar!</p>
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